segunda-feira, dezembro 11, 2006

braço direito

Era uma vez uma tarde, um menino e um olhar.
A tarde chegou para lançar novidades e abrir novas possibilidades.
O menino, apresentado com a promessa de ser meu “braço direito” veio para mudar a minha vida, não só profissionalmente, e o olhar, na primeira impressão, só veio para assustar.
A tarde se multiplicou em dias e algumas madrugadas em claro.
A promessa do “braço direito” se cumpriu, para depois virar cúmplice, amante...
O olhar abandonou a expressão de preguiça, carrancuda, mal-humorada e aos poucos se abriu, sorriu e brilhou pra mim. Mas confesso que aquele tipão todo sempre teve seu charme. Às vezes aquela expressão volta, devagar ou a toda, mas basta um carinho ou uma brincadeira mais ousada para o olhar escondido do menino levado voltar a se revelar.
O olhar do menino é grande e foi feito para ser beijado. O menino também é grande e quente e presente, tanto e de tal forma que mesmo estando longe, eu posso sentir.
À moça, que teve a sorte dessa descoberta, é necessário menos cobrança, mais leveza, para mostrar a esse menino-homem o tamanho do seu amor e a vontade de compartilhar tudo, seja alegria ou dor, de viver cada segundo, longe ou perto, de aprender a se comunicar melhor, e de ter, todos os dias da sua vida esse braço direito, não só no sentido figurado, mas no literal, pesando sobre sua cintura.

2 Comments:

Blogger Unknown said...

Que post mais fofo !!!! Fico contente que você tenha conseguido perceber e relaxar...

11 dezembro, 2006  
Anonymous Anônimo said...

Olá Lu! te encontrei no Fotogarrafa. Feliz 2007!
Helcio
htoth@uol.com.br

06 janeiro, 2007  

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