a verdade é duna, a decisão é nossa
alguns sentimentos são inexplicáveis.
eles simplesmente batem e ficam.
como num passe de mágica.
um assopro.
ou um suspiro no meio de uma segunda-feira preguiçosa,
chuvosa,
mau-humorada
e fria,
mas que se torna o dia mais lindo
com um simples sorriso...
o da pessoa certa.
o coração se aquece
e a gente esquece todo motivo,
causa ou conseqüência
de qualquer chateação.
um cigarro no canto esquerdo da boca
começa a fazer sentido.
nesse gesto tão simples,
mistérios começam a se desvendar.
e nem adianta tentar decodificar
o que eles querem dizer.
só eu entenderia.
ninguém mais.
a verdade não é mais una.
de uma hora para a outra
passa a ser duna.
a decisão individual
a partir de agora
só vale se for nossa.
mesmo que ela seja:
vai sozinho que eu fico aqui
te esperando o tempo que for.
um mês parece um ano.
é como se a gente sempre tivesse se conhecido.
como se a pele sempre tivesse entendido
o toque da ponta dos dedos,
do cheiro,
do gosto,
da respiração,
da pulsação.
a saudade só não aperta mais
porque aquele cd,
o de número 3,
conforta que é uma barbaridade.
porque ravel é um gênio
e soube escolher as notas certas
em cada milésimo de segundo do seu bolero.
porque bendita a hora em que me mandou,
naquela noite solitária,
pela internet,
la vie en rose,
a música que nos uniu.
eles simplesmente batem e ficam.
como num passe de mágica.
um assopro.
ou um suspiro no meio de uma segunda-feira preguiçosa,
chuvosa,
mau-humorada
e fria,
mas que se torna o dia mais lindo
com um simples sorriso...
o da pessoa certa.
o coração se aquece
e a gente esquece todo motivo,
causa ou conseqüência
de qualquer chateação.
um cigarro no canto esquerdo da boca
começa a fazer sentido.
nesse gesto tão simples,
mistérios começam a se desvendar.
e nem adianta tentar decodificar
o que eles querem dizer.
só eu entenderia.
ninguém mais.
a verdade não é mais una.
de uma hora para a outra
passa a ser duna.
a decisão individual
a partir de agora
só vale se for nossa.
mesmo que ela seja:
vai sozinho que eu fico aqui
te esperando o tempo que for.
um mês parece um ano.
é como se a gente sempre tivesse se conhecido.
como se a pele sempre tivesse entendido
o toque da ponta dos dedos,
do cheiro,
do gosto,
da respiração,
da pulsação.
a saudade só não aperta mais
porque aquele cd,
o de número 3,
conforta que é uma barbaridade.
porque ravel é um gênio
e soube escolher as notas certas
em cada milésimo de segundo do seu bolero.
porque bendita a hora em que me mandou,
naquela noite solitária,
pela internet,
la vie en rose,
a música que nos uniu.
1 Comments:
São essas historias que fazem com que a gente faça as loucuras mais bonitas dessa vida!
e a musica, que serve pra matar a suadade serve mais ainda pra embalar os momentos mais bacanas juntos
queria eu ter uma musica com ele, mas nesse tempo do meu amor, ja fiz uma coletanea!
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