terça-feira, abril 04, 2006

sem medo de dizer

terça-feira, 4 de abril, 8h28 da manhã e um aperto gigante no coração.

9 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Dicas pra tirar moléstias do coração

- Distribua sorrisos e elogios à vontade
- Abrace forte quem você gosta
- Releia o livro que marcou sua vida
- Desabafe em um ombro amigo
- Ligue para alguém com quem você não fala há muito tempo
- Faça uma visita surpresa a um amigo
- Coma seu chocolate favorito
- Declare-se para quem você gosta
- Afague seu gato
- Saia na rua para tomar o sol da manhã
- Ouça seu CD predileto
- Nunca recuse convites para beber com os amigos
- Continue praticando ioga ;))

ps: obrigado pela publicação e pelas gentis palavras. Lamento apenas que meus versos - que não chegam aos pés dos seus - não tenham surtido efeito na homenageada...

04 abril, 2006  
Blogger Luciana Félix said...

querido anônimo,
eu é que agradeço as visitas e as "dicas para tirar as moléstias do coração".
a sua homenageada não deve entender muito de sensibilidade ou, talvez, seja só uma cegueira momentânea.
continue escrevendo.
seus textos acrescentam muito aqui e, por favor, deixe de modéstia: eles são muito melhores que os meus.

04 abril, 2006  
Anonymous Anônimo said...

Espero que as dicas tenham servido para afrouxar um pouquinho o aperto no seu coração ;)

Já minha homenageada não sofre de cegueira não, ela só precisa limpar melhor os óculos; sensibilidade ela tem à flor da alma. Basta ler os poemas dela.

04 abril, 2006  
Blogger Luciana Félix said...

quem será esse anônimo misterioso?!?!?!?!

05 abril, 2006  
Anonymous Anônimo said...

plagiando a esfinge: decifra-me ou devoro-te ;))

beijos

05 abril, 2006  
Blogger Luciana Félix said...

além de misterioso, desafiante... uau!

05 abril, 2006  
Blogger Luciana Félix said...

Por que se esconde?
Para que tanto mistério?
O que, afinal, você teme?
Qual o perigo de se revelar?
E se eu disser que já sei quem você é?

06 abril, 2006  
Anonymous Anônimo said...

Tarde cinzenta, chumbada no horizonte
Polvilha sobre mim uma chuvinha esguia, claudicante,
que de certa forma me reconforta, apruma minha alma, me enche de esperanças

Leva, escorre em conta-gotas minhas agonias para bem longe
Quero ficar sozinho com esse silêncio crepitante bom,
nessa redoma de pensamentos voltados para você

Sim, vejo o prenúncio de alvíssaras para nós
nesse Sol que, tímido, ameaça raiar
Quanta vida, quanta luz!

Pra que tantos questionamentos agora
Se o amanhã nos trará todas as respostas
mesmo para aquelas perguntas que a gente não quer fazer?

07 abril, 2006  
Blogger Luciana Félix said...

que lindo!
tô adorando isto! rsrs

07 abril, 2006  

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